“Só serei verdadeiramente livre quando todos os seres humanos que me cercam, homens e mulheres e animais, forem igualmente livres, de modo que quanto mais numerosos forem os seres vivos livres que me rodeiam e quanto mais profunda e maior for a sua liberdade, tanto mais vasta, mais profunda e maior será a minha liberdade.”
— Mikail Bakunin

Os jovens negros morrem e as mulheres negras também morrem



Já faz um tempo que o movimento negro vem colocando na pauta a discussão sobre o genocídio da juventude negra, criminalização da pobreza e a política de encarceramento em massa promovida em nosso país. Debate duro, difícil, mas que é preciso ser encarado, pois é a realidade de milhares de pessoas no Brasil, incluindo mulheres, sejam as mães daqueles que foram assassinados ou as jovens negras que sofrem com abortos ilegais e inseguros.
Os mais recentes índices de violência demonstram o perfil racial dos assassinatos no país. O número de mortes de jovens negros, entre 15 e 24 anos, é 139% maior do que de brancos. Segundo o Mapa da Violência 2012, entre 2001 e 2010 o número de vítimas brancas, de 15 a 24 anos, caiu 27,5% (de 18.852 para 13.668), enquanto que de vítimas negras aumentou 23,4% (de 26.952 para 33.264).  (ROCHA, Raiza. Ato denuncia o extermínio da população negra em São Paulo)
Porém não é apenas através do recrudescimento da violência policial que vemos a população negra ser exterminada nestas últimas décadas. Importante lembrar da política de esterilização promovida nas periferias, impondo as mulheres uma condição que não foi escolhida por elas e baseada no modelo americano de combate a pobreza que inclui encarceramento em massa, esterilização das mulheres negras e criminalização da pobreza. Aqui talvez o maior arauto deste modelo de extermínio da população pobre e negra seja o governador do Rio de Janeiro: Sérgio Cabral.
A esterilização ocupou lugar privilegiado durante anos na agenda política das mulheres negras que produziram campanhas contra a esterilização de mulheres em função dos altos índices que esse fenômeno adquiriu no Brasil, fundamentalmente entre mulheres de baixa renda (a maioria das mulheres que são esterilizadas o fazem porque não encontram no sistema de saúde a oferta e diversidade dos métodos contraceptivos reversíveis que lhes permitiriam não ter de fazer a opção radical de não poder mais ter filhos). Esse tema foi, também, objeto de proposições legislativas, numa parceria entre parlamentares e ativistas feministas que culminou no projeto de Lei nº 209/91, que regulamentou o uso da esterilização.

Carlos Marighella ( a história de uma mártir Antifascista Brasileiro)


Marighella: o mentor das ações guerrilheiras empreendidas pela Ação Libertadora Nacional.

Um sujeito que viveu a repressão dos regimes autoritários. Essa poderia ser a primeira impressão constatada ao visualizarmos a trajetória do baiano Carlos Marighella. Nascido em 1911, na cidade de Salvador, esse famoso militante político teve a oportunidade de vivenciar o autoritarismo do Estado Novo (1937-1945) e, décadas mais tarde, assistir ao golpe que instalou a ditadura militar no Brasil no ano de 1964.

Sua trajetória política aconteceu nos primeiros anos do governo provisório de Getúlio Vargas, quando participou de algumas manifestações que exigiam a reorganização do cenário político nacional com a elaboração de uma nova Carta Constituinte. Durante os protestos acabou sendo preso pelas autoridades e, com isso, começou a enxergar com importância maior a sua atuação política mediante os problemas sociais e econômicos vividos naquele período.

No ano de 1936, decidiu abandonar seus estudos de Engenharia Civil e se filiou ao Partido Comunista Brasileiro (PCB), que na época era dirigido por figuras históricas como Astrojildo Pereira e Luís Carlos Prestes. Sua chegada ao partido se deu em uma época bastante complicada, pois, um ano antes, os dirigentes comunistas haviam tentado derrubar Getúlio Vargas com a deflagração da Intentona Comunista. Mais uma vez, Marighella fora alvo das forças repressoras do Estado.

Já na primeira detenção conheceu os métodos escusos com que as forças policiais da época agiam contra os inimigos do regime. Carlos foi brutalmente espancado e sofreu várias torturas ao longo de um mês. Saindo da cadeia um ano depois, prosseguiu em sua luta política buscando aumentar os militantes do ideário comunista. Em 1939, foi mais uma vez preso e torturado, sofreu novas sessões de tortura para que delatasse as atividades de seu partido.

Somente com a queda do Estado Novo, em 1945, Carlos Marighella saiu da prisão para viver uma nova fase de sua luta política. Naquele ano, venceu as eleições como um dos mais bem votados deputados federais da época. No entanto, seguindo instruções políticas do governo norte-americano, o governo Dutra realizou a cassação de todos os políticos que estivessem filiados a partidos de inspiração comunista.

Dessa forma, impedido de atuar pelos meios legais, Marighella continuou a buscar apoio político entre trabalhadores e estudantes. No ano de 1959, o triunfo da Revolução Cubana e a falta de uma ação transformadora pelo PCB levaram o apaixonado idealista a questionar sobre a possibilidade de uma revolução popular armada capaz de transformar o cenário político nacional. Com o estouro da Ditadura Militar, foi mais uma vez perseguido pelas forças policias.

Já no primeiro ano da ditadura, entrou em confronto direto com o regime ao trocar tiros com a polícia e bradar a favor do comunismo. Novamente encarcerado, aproveitou o tempo de reclusão para produzir “Por que resisti à prisão”, obra onde explicava a necessidade de se organizar um movimento armado em oposição aos sombrios tempos da repressão.

No ano de 1967, mais uma vez liberto, resolveu romper com o marasmo dos comunistas para formar com outros companheiros dissidentes a Ação Libertadora Nacional. Essa organização clandestina teria como principal objetivo treinar grupos guerrilheiros com o objetivo de formar um expressivo movimento armado urbano. Após treinar os guerrilheiros na zona rural, o segundo objetivo era arrecadar meio milhão de dólares com a realização de uma série de assaltos a banco na cidade de São Paulo.

Na primeira ação, conseguiu pilhar 10 mil dólares de uma instituição bancária da época. Contudo, a penosa missão de manter esse grupo sob a onipresente repressão militar foi se tornando cada vez mais difícil, principalmente, pela falta de preparo de seus comandados. No ano de 1968, um militante capturado por policias confirmou Carlos Marighella com um dos articuladores daquela onda de assaltos.

Logo de imediato, os meios de comunicação subservientes aos interesses do regime militar distorceram toda a trajetória de lutas de Marighella, descrevendo-o como um “líder terrorista”. No final de 1968, o cerco em torno de Carlos piorou com a publicação do AI-5. No ano seguinte, o seqüestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick reforçou a perseguição sobre todos aqueles que representassem uma ameaça à ordem imposta.

No dia 4 de novembro de 1969, em uma ação planejada pela Delegacia de Ordem Política e Social, Carlos Marighella foi morto na cidade de São Paulo, aos 57 anos de idade. Sua morte representou um dos mais incisivos golpes contra os setores radicas da esquerda nacional e contribuiu para que a Ditadura Militar alcançasse sua própria estabilidade. Somente com a crise do regime, no final da década de 1970, a imagem desse ativista foi redimida como um dos símbolos contra a repressão política no Brasil.


Por Rainer Sousa
Graduado em História

FRANCISCO FERRER E A PEDAGOGIA LIBERTÁRIA¹

link para download de livros:

  ESCOLA MODERNA  E

 O Clero Romano e a educacao laica

                                       I Educação & liberdade

“Se não for libertária,
toda pedagogia é autoritária”

            A pedagogia é uma área de investigação humana na qual predomina, como é o caso da história e da sociologia, uma abordagem política. Este ponto de vista predominante é  facilmente justificável não apenas por causa da reflexão sobre os resultados sociais da educação, ou seja, a questão de saber se o ensino envolve reprodução ou transformação da realidade social, mas também em função nda natureza das relações de poder que permeiam o próprio contexto de ensino-aprendizado. Sendo mais direto e provocador: será que o saber é gerador de assimetrias? Será que só é possível aprender com base na obediência?

Desde a perspectiva anarquista de conceber a política, temos duas formas básicas de relação interpessoal: a vertical e a horizontal. Na primeira forma, predomina um desequilíbrio da relação humana através da sobreposição ou imposição da vontade de um só ou de um grupo minoritário sobre os outros. Temos, portanto, na relação vertical diferentes tipos de dominação e hierarquia. Na segunda forma, temos uma relação baseada no entendimento mútuo, numa associação livre entre sujeitos históricos que se autogovernam, na qual todos os envolvidos participam diretamente da organização das atividades em pauta e na tomada de decisões.
Há uma antiga palavra para descrever este tipo especial de convívio humano: “anarquia”, ou seja, ordem na ausência de dominação exterior.
A realização desse tipo de sociabilidade, de convivência, pode ser constatada em todos os âmbitos da vida humana, incluindo a educação. A pedagogia libertária é fruto do esforço de diferentes anarquistas para criar instituições e estratégias de fomento e difusão de saberes que permitam a realização da educação para a liberdade, através da liberdade. Este campo de processos educativos libertários ilustra de modo bastante claro a máxima libertária de que “os fins já estão inseridos nos meios”.
Um obstáculo central para o projeto de uma educação livre consiste no fato de que vivemos todos numa sociedade amplamente organizada em termos verticais. A necessidade de educação livre surge diante da deformação autoritária que sofremos na vida social. Em todos os espaços sociais encontramos a presença de personagens ou funções impositivas, na família o pai, na escola o professor, na rua o policial, no trabalho o patrão, etc. Somos submetidos desde a infância a uma socialização que está sempre marcada pela ênfase na repetição das assimetrias e na falta de autonomia. Por isso, a pedagogia libertária nunca esteve restrita ao âmbito da escola ou das instituições de ensino.
É necessário modificar a formação humana não apenas na escola formal, mas também na vida familiar e comunitária, na medida em que estamos continuamente aprendendo e ensinando uns aos outros. Ainda assim, a criação de escolas livres e/ou de espaços alternativos como lugar de aprendizagem e intercâmbio de ideias não deve ser subestimado, pois se trata de uma ação direta que abre a possibilidade concreta de aprendizado da liberdade. A pedagogia libertária é necessária não apenas para aprendermos na liberdade, mas para aprendermos a ser livres conjuntamente.
No movimento anarquista, a clareza a respeito da necessidade de escolas e espaços é uma constante que atravessa os contextos históricos e sociais. A educação sempre foi vista como um elemento central para a transformação social, ainda que a contribuição da educação nunca tenha sido isoladamente, nem muito menos encarada como a panaceia universal. De qualquer modo, pressupondo que nenhuma ordem social e política é sustentada apenas na base do chicote e do dinheiro, ou seja, através do poder político e econômico, os anarquistas rapidamente reconheceram a importância da luta ideológica, defenderam o papel da transformação da consciência e da visão de mundo.
Através da transmissão de um sistema de crenças e valores, a família e a escola contribuem de modo bastante essencial para a manutenção da realidade social. Há, por assim dizer, um tipo de escravidão psicológica que deve ser superado juntamente com o fim da exploração econômica e a opressão política.

II  Escola Moderna²

   “Não há educação libertária
que não seja autoeducação”

Dentre as inúmeras experiências históricas de aplicação prática das concepções da pedagogia libertária, pode-se destacar a escola fundada em 1901, pelo pedagogo Francisco Ferrer y Guardia.

Os Símbolos do Anarquismo

Os pensadores como símbolo matriz
Os pré Anarquistas como William Godwin, não desconfiavam que suas idéias se desdobrariam em uma tendência de idéias que influenciaria o nascimento do Anarquismo, em especial influenciando os principais pensadores Anarquistas. Godwin é considerado precursor do anarquismo filosófico, ainda que não tenha utilizado propriamente a palavra anarquismo, para alguns Anarquistas Godwin é nada mais que um liberal, outros anarquistas como Makhno admitem ter sido influenciado pelo pensamento de Godwin e o valorizam como escritor e pensador pré Anarquista.
O Anarquismo tem sua máxima e seu nascimento com Pierre Joseph Proudhon, um operário e deputado de esquerda na França que cansado de acreditar no parlamento opta em abandonar o parlamento pela luta junto aos movimentos sociais de sua época, dando inicio a uma esquerda libertaria que faria sua luta fora da esfera do Estado Burguês.
Proudhon é o primeiro na historia a se declarar Anarquista e a escrever sobre este tema, protagonista do federalismo Anarquista e das idéias que em momento posterior ficariam conhecidas por auto-gestão sócio-econômica e que na atualidade recebe o nome de cooperativismo ou economia solidária, influenciou não só com suas idéias mas com uma pratica política libertaria de fazer e promover o movimento social fora da esfera do estado, negando a luta parlamentar, da inicio a um conjunto de adesões políticas a seu nome conhecidos como proudhonianos, que seriam um dos grupos socialistas mais influentes na 1º internacional dos trabalhadores.
Mikhail Aleksandrovitch Bakunin um Socialista Libertário conhece Proudhon já no fim de sua vida, mas a partir deste encontro, Bakunin passa a se declarar também um Anarquista, apaixonado pelos ideais de liberdade de Proudhon, este Russo se identifica com este Francês e a partir dai o Anarquismo ganha uma nova força política.
Bakuninistas e Proudhonianos somam suas forças na 1º internacional, caracterizando uma das principais correntes socialistas da historia que levaria o nome de Anarquismo.
Nasce uma nova experiência ao anarquismo com Bakunin, que traz a este uma formula operativa de organização política especifica que se tornaria o método do partido revolucionário ou da organização especifica dos Anarquistas, para somar forças no movimento social dos trabalhadores da época.
Esta atuação social vai ser a protagonista de diversos sindicatos livres de orientação revolucionaria ou do sindicalismo revolucionário da 1º internacional ou da AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores) como ficou conhecida.
Outros grupos Anarquistas com esta mesma orientação nascem a partir dai em todo o mundo e cabe ressaltar os malatestianos, que defendiam a idéias de Errico Malatesta, Italiano e militante sindicalista, precursor também do chamado partido Anarquista.
Errico Malatesta participa da criação de sindicatos em toda Europa e também nas Américas e participa junto com Emma Goldman da 3º Internacional como oposição aos socialistas autoritários.
Na Rússia nasce o Comunismo Libertário através de Pierre Alekseïevitch Kropotkine com as comunas agrárias e o plataformismo de Nestor Makhno.
A plataforma nasceu das experiências dos anarquistas russos durante a Revolução de Outubro de 1917, analisando que esta conduziu finalmente à ditadura do partido bolchevique ao invés da autogestão de trabalhadores e camponeses. A plataforma tem como intenção explicar e solucionar as falhas do movimento anarquista durante a Revolução Russa.
A plataforma vem trazendo uma debate em torno da experiência das comunas na Ucrânia e de um Anarquismo de Guerra ao Anarquismo.
Ampliando o debate do nível de segurança ao Anarquismo, e é justamente neste debate que faz da FAI (Federação Anarquista Ibérica) e da coluna Buenaventura Durruti, a protagonista do Povo em Armas na Revolução Espanhola e da derrota desta pelas hordas do Exercito Fascista.
No mundo inteiro as tendências libertárias se alastram e na América Latina não foi diferente, tendo em fim desdobramentos e experiências com estes contornos.
Na França nasce a busca da unidade entre os diversos e diferentes grupos Anarquistas, protagonizado uma 1º experiência de organização especifica de Anarquistas em uma Federação de grupos, que hoje se conhece como Federação Sintetista, protagonizada pelo anarquista Sebástien Faure que escreve em apelo pela busca da unidade entre os Anarquistas.
Enquanto na Alemanha começa a nascer os primeiros grupos que norteariam os princípios dos grupos Autonomistas.
 

                                                                        O "A" no circulo, como 1º símbolo



O Anarquismo não tinha um símbolo em seu inicio, mas nos Congressos dos trabalhadores começa a aparecer o símbolo do esquadro e compasso da Maçonaria que aparentava um "A" dentro de um circulo.
Uns dizem que foi dai que surgia o 1º símbolo do Anarquismo, outros dizem que o circulo é a política de organização que nega o triângulo que simboliza o Estado, por isto este circulo tem um corte na diagonal que representa esta negação do Estado se aparentando com um "A" no circulo, pelo traçado que corta o triângulo se tornando o "A" da Anarquia ou Anarquismo.
Historia vai e historia se faz, estória vem e em Maio de 1968 na França em um Congresso Anarquista é retomado o "A" no circulo, referendado em Congresso para unificar a política de pichações políticas nos muros das ruas de Paris.

Posteriormente ficou conhecido como a turma da Geografia Anarquista, pois o circulo simbolizou o mundo sem fronteiras.


                                                                                  O Punho Esquerdo Erguido

O punho esquerdo erguido já vem de um longo período na luta de classes, das assembleias nos movimentos sociais.
No MST se estranha todos que sem saber levantam o punho direito numa assembléia ou entonação do Hino e musicas do movimento.
O punho esquerdo é o símbolo do campo dos interesses da classe explorada e oprimida em luta contra os inimigos de classe.
Na Historia foi o símbolo dos movimentos sociais dos povos negros nos Estados Unidos da América como os Panteras Negras.
O punho erguido é o símbolo das Resistências Populares dos Movimentos Sociais em luta contra os interesses da classe burguesa e do Estado que se colocam contra e na ofensiva as Resistências Populares.
É o símbolo contra os interesses da direita reacionária defensora dos privilegiados, da exploração de classe e inimiga declarada da liberdade.
O punho esquerdo erguido é o resumo das idéias do "campo político" que nos situamos como Anarquistas no processo de acumulo de forças político sociais.
Cabe ressaltar que existe um conjunto de códigos organicistas representados pelo corpo entre eles braços e mãos que fazem parte da "Faculdade Anarquista".


                                                        As Bandeiras como unidade de lutas simbólicas
                                                                                  A Bandeira Negra


A Bandeira negra, na historia contada remete as primeiras Fraternidades em especial e mais conhecida a dos Piratas e se torna símbolo da Revolução Social.
Os piratas adotavam códigos de Ética rígidos e internos em suas Fraternidades.
Todo saque era compartilhado e divido entre a tripulação.
Nas Fraternidades Piratas as decisões eram tomadas em assembleias e cada homem simbolizava um voto.
A tripulação era formada por voluntários em busca de novas experiências e aventuras.
O papel do capitão era de conduzir o corsário e traçar a rota marítima.
A bandeira Negra começa a ser usada na Europa nos movimentos sociais a partir da Revolução Francesa e se torna símbolo da Revolução Social.
A partir dai os Anarquistas usam a bandeira negra como símbolo de sua identidade de grupo revolucionário.
A cor negra da bandeira é a cor da Morte aos opressores e exploradores, e luto por todos que tombaram lutando por liberdade a negação das bandeiras nacionais.


                                                                A Bandeira Negra na historia Anarquista



Mas a bandeira negra Anarquista se originou muito antes disso. O primeiro caso de fato é desconhecido. Parece que este credito é reservado a Louise Michel, famoso participante na Comuna de Paris de 1871. De acordo com o historiador Anarquista George Wood Cock, Michel ergueu a bandeira negra em 9 de Março, 1883, durante uma passeata de desempregados em Paris, na França. A passeata contava com 500 pessoas e Michel como líder, gritando: "Pão, trabalho ou comando!", eles roubaram três padarias antes da policia vir intervir. Nenhum aparecimento mais antigo pode ser encontrado da bandeira negra.
Não muito depois do símbolo negro ter chegado à América. Paul Avrich reportou que em 27 de Novembro de 1884, a bandeira negra foi erguida em Chicago, durante uma passeata Anarquista. De acordo com Avrich, Espiões de Agosto, um dos famosos mártires de Haymarket, "notou que essa foi a primeira vez em que [a bandeira negra] foi erguida em solo Americano" (Avrich, The Haymarket Tragedy, 144-145).



                                                                                       A Bandeira Vermelha



A Bandeira Vermelha vem sendo usada a muito tempo nos movimentos sociais, se tornando símbolo da Luta de Classes, protagonizada por estes movimentos, se tornou símbolo do sindicalismo e dos movimentos sociais em especial os norteados pelos princípios de igualdade das idéias Socialistas e Libertárias.
Também foi usada nas cruzadas e por impérios na Historia e atualmente também é usada por partidos políticos de orientação socialista.
Mas sua essência é a representação da luta de classes dos movimentos sociais que pretende a revolução socialista independente da orientação dos grupos ideológicos internos na luta que também a protagonizam.
A cor da bandeira vermelha nos remete ao sangue ou a cor de sangue, que simboliza a luta social do corpo revolucionário ou seja a vertente classista da luta social.                                             

                                             
                                                                            A Bandeira Vermelho e Negra
                                           


A Bandeira "Vermelho e Negra" nasce com a atuação dos Anarquistas nos movimentos sociais dos trabalhadores, surge da união entre a bandeira vermelha da luta social e dos ideais socialistas, com a bandeira negra da revolução libertária.
Seu significado é o resumo dos objetivos da revolução social socialista libertária, entre a união do Anarquismo com o movimento social e ou sindicalismo.
Foi adotada pela 1º Internacional ou AIT (Associação Internacional dos Trabalhadores) e continuou sendo adotada no mundo todo pelo Anarquismo Social e pelas organizações especificas de Anarquistas.
As organizações especifistas usam a bandeira vermelho e negra na horizontal, como símbolo das políticas horizontais de organização social e alguns na diagonal, sendo muitas vezes a cor negra acima e a vermelha abaixo, mas não é uma regra simbólica adotada por estas federações especifistas.
O Anarquismo Social em especial o chamado Anarco-sindicalismo, usa a bandeira vermelho e negra somente com o corte na diagonal de 45 graus com o negro abaixo e o vermelho acima.
Uma das referencias do corte social que simboliza a ascensão de classe, para com os fins dos privilégios de classe, na busca da igualdade sócio-econômica e política, a bandeira vermelho e negra do Anarquismo social simboliza que a política nasce de baixo para cima e do lado esquerdo da luta e avança com a cor negra contra o lado direito da classe dos privilegiados, opressores e exploradores.
O Plataformismo usa a bandeira negra da revolução social usada historicamente pelo Exercito Insurgente Macknovista da Ucrânia, bem como no México os Zapatistas ou EZLN adota a bandeira negra.
O Sintetismo usa a bandeira vermelho e negra na diagonal, na maioria das vezes com o "A" no circulo, mas a atual FAI (Federação Anarquista Ibérica) é uma exceção, pois outrora usava a bandeira vermelho e negra especifista na horizontal, mas que adota hoje em sua constituição o sintetismo como organização.
Os Autonomistas como se dividem em vários grupos de matrizes ideológicas diferentes, não tem hoje uma bandeira que unifique a política simbólica de sua forma de pensar e se organizar, porem são um grupo de influencia do anarquismo insurrecional.
Os Anarquistas que aplicaram a bandeira vermelha e negra nos movimentos sociais pertenciam a um grupo maçom ligado ao King Edward na Inglaterra.
Os cortes diagonais, horizontais, verticais faziam parte da politica de descrição dos "níveis anarquistas de organização" enquanto "ESTADO ANARQUISTA".
O corte vertical era referente ao o setor jurídico do estado anarquista e se as cores vermelho e negro tivessem invertidas na direita ou na esquerda tinha "sentido politico secreto" diferente para os maçons anarquistas.
O corte horizontal era a politica social dos iguais, a politica da base da piramide ou da lei dos iguais da tabola redonda, inspirados no "amanhecer e no por do sol", e por isto na bandeira o vermelho sempre vinha na parte superior e o negro na parte inferior da bandeira social.
O corte diagonal era da bandeira ideológica da ascensão econômica e de classe que nasceria na "nova era", e tem sentidos diferentes se for para a direita e sentido diferente se for para a esquerda, porem a base era o Europocentrismo (Europa como centro do mundo), e o Meridiano de Greenwich o segredo da "Magia e Encantamento da Torre do Relógio", porem existe segredos de interpretação pertencentes somente aos iniciados na "Maçonaria Anarquista".
Bem como a Bandeira Lisa Negra, era aplicada aos grupos de ação direta, auto defesa e exercício insurrecional, que agiam na Frente de Combate nas ruas como Exercito de confronto de rua
A Bandeira Lisa Vermelha, era aplicada ao uso das tendencias Socialistas não Anarquistas que se alinhavam com a luta de classes como principio libertador.

                                                                                   A Estrela Internacionalista

                                            

A Estrela é um símbolo muito antigo que representa o humano em advento da sua criação astral.
Símbolo que transcende o espaço conhecido como território, terra ou planeta, indica a aspiração pela internacionalização e união do homem, da classe sobre os interesses das fronteiras políticas e geográficas.
Usada por grupos diferentes na sociedade, o pentagrama recebeu até significados ocultos e foi perseguido como símbolo pagão, pelos reacionários e nacionalistas.
Entre Anarquistas a quem use a estrela negra símbolo da Internacional Anarquista e quem use a estrela vermelho e negra do Anarquismo Social internacionalista.
Os grupos Esperantistas de inspiração libertária adotam a estrela verde, símbolo e cor da esperança internacional em uma forma de comunicação linguística sem fronteiras.
                                      
                                                                                  LIBERTAÇÃO ANIMAL
 A defesa dos direitos dos animais, assim como a dos direitos animais ou da libertação animalconstitui um movimento que luta contra qualquer uso de animais não-humanos que os transforme em propriedades de seres humanos, ou seja, meios para fins humanos. É um movimento social radical que não se contenta em regular o uso "humanitário" de animais,mas que procura incluí-los na comunidade moral de modo a garantir que seus interesses básicos sejam respeitados e tenham igual consideração em relação aos interesses humanos A reivindicação é de que os animais não devem ser considerados propriedade ou "recursos naturais", nem legalmente, nem moralmente justificáveis. Pelo contrário, devem ser considerados pessoas.
                                                                           
                                                                                                 ATEÍSMO




 Ateu é quem não crê em Deus ou em qualquer ser superior. A palavra tem origem no Grego “atheos” que significa “sem Deus, que nega e abandona os deuses”. É formado pela partícula de negação “a” juntamente com o radical “theos” (deus). o ateísmo é defendido como luta pela liberdade, porque as religiões principalmente as de massa, são usadas na alienação da sociedade.


                                                                                              ANTIFASCISMO
      
Um dos símbolos mais reproduzidos pelos antifascistas são as três setas. De origem alemã, as três setas representam originalmente as três lutas do Partido Social Democrata Alemão (Sozialdemokratische Partei Deutschland), que se recusava a apoiar a monarquia, o nazismo ou o comunismo.
O símbolo surgiu criado em 1932, que traz a inscrição Gegen Papen, Hilter, Thälmann: Contra Papen (chanceler de esquerda que governou a então República de Weimar em 1932 e lutou contra os nazistas, mas se aliou a eles assim que Hitler tomou o poder) Hitler (com o bigodinho mais mal feito da história da humanidade) e Thälmann, (líder do partido comunista da época).
Nas Antifa´s, o símbolo é resignificado, variando de acordo com as lutas locais. 
Podem significar a luta contra os preconceitos:
Contra a Homofobia, o Machismo e o Neonazismo, 
e podem significar a luta contra corporações:
religião, estado e capitalismo.

HOMOFOBIA CRISTÃ


RELIGIOSOS E CONSERVADORES QUE USAM DOS PRECEITOS ARCAICOS HOMOFÓBICOS DAS RELIGIÕES JUDAICA, ISLÂMICA E PRINCIPALMENTE NO CASO DAS AMÉRICAS: CRISTÃ,
VOCÊS POUCO SE IMPORTAM SE TENHO
ALIMENTO, ÁGUA, ABRIGO, IGUALDADE DE DIREITOS,
MAS QUEREM LIMITAR MINHA SEXUALIDADE BASEADOS EM ESCRITURAS MILENARES COM PRECEITOS ARCAICOS QUE EM NADA SÃO ÚTEIS A SOCIEDADE ATUAL,
HIPÓCRITAS.

ANTIFASCISMO NA ATUALIDADE

 (CONTEXTO DAS RUAS)

O FASCISMO CO0NTINUA TENDO REPRESENTANTES POLÍTICOS, SOZINHOS OU EM PARTIDOS DE EXTREMA-DIREITA (SIMILARES AO NSDAP DE HITTLER), PORÉM SEU MAIOR BRAÇO REPRESENTATIVO DESDE O TÉRMINO DA SEGUNDA GUERRA CONTINUA SENDO AS GANGUES DE INDIVÍDUOS PRATICANTES DE VIOLÊNCIA NAS RUAS DAS GRANDES CIDADES, QUE COMETEM CRIMES:
  • XENÓFOBOS (CONTRA PESSOAS DE OUTRAS CIDADES, ESTADOS OU PAÍSES) : NO CASO DO SUDOESTE E SUL DO BRASÍL, AS VÍTIMAS SÃO NA MAIORIA DAS VEZES NORDESTINOS, AS JUSTIFICATIVAS SERIAM QUE ESTES VEM PARA ESTAS REGIÕES ROUBAR TRABALHO DOS LOCAIS,
  • HOMÓFOBOS (CONTRA HOMOSSEXUAIS EM GERAL) : PRATICAM CRIMES CONTRA GAYS E TRAVESTIS, MUITAS VEZES OS MATANDO NA MADRUGADA,
  • RACISMO (CONTRA MINORIAS ÉTNICAS) : NEM TODOS OS GRUPOS NEONAZIFASCISTAS DO BRASIL SÃO PRECONCEITUOSOS COM NEGROS, MAS A "SUPREMACIA ARIANA" AINDA É UMA DAS PRINCIPAIS PREMISSAS DA MAIORIA DOS GRUPOS DE CUNHO NEO-NAZISTA,
ANTIFASCISTAS DE RUA SÃO GRUPOS DE MILITANTES LIBERTÁRIOS E NA MAIOR PARTE DAS VEZES ANARQUISTAS,
QUE TEM COMO PRINCÍPIOS DE ORGANIZAÇÃO O NÃO AUTORITARISMO, A IGUALDADE DE CLASSES, DE RAÇAS E O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO PLANETA.
 TENDO COMO BASES DE ORGANIZAÇÃO A IGUALDADE ENTRE HOMENS E ANIMAIS, OS ANTIFASCISTAS SE ORGANIZAM, SE UNIFICAM, SE DEFENDEM ( POIS SÃO ALVO DOS NEO-NAZIFASCISTAS) E OS ATACAM,
COLOCANDO EM RISCO SUAS VIDAS E LIBERDADE,
MAS QUEM DEFENDE E LUTA PELA LIBERDADE NÃO PODE ESPERAR POR JUSTIÇA ESTATAL ( POIS ESSA NÃO EXISTE E NUNCA EXISTIU EM NENHUM ESTADO ), ALIÁS, NADA SE ESPERA DESTE ESTADO ELITISTA BURGUÊS ( O GOVERNO MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL) , CAPITALISMO MAQUIAVÉLICO ( NOSSOS PATRÕES E SUAS GRANDES EMPRESAS) , E DA PSEUDO-DEMOCRACIA REPRESENTATIVA CORRUPTA ( PARTIDOS POLÍTICOS, TODOS SEM EXCESSÃO).COMO DIRIA O CAMARADA SABOTAGE: RESPEITO É PRA QUEM TEM!

A IGNORÂNCIA E A INTOLERÂNCIA SÃO AS BASES DE TODO PRECONCEITO,
  A INTELIGÊNCIA E A CONSCIÊNCIA SOCIAL SÃO AS BASES DO RESPEITO!


ATEÍSMO (ARGUMENTOS)


  •  O ônus da prova

 Todos os teístas (isto é, as pessoas que acreditam na existência de uma ou mais divindades) afirmam existir alguma divindade, e por isso cabe a eles o ônus da prova dessa afirmação. Em milhares de anos de teísmo, essa prova ainda não foi encontrada, e não há sinal de que um dia venha a ser. Os chamados argumentos de existência não resistem à crítica.

Há outros motivos para que o ônus da prova caiba aos teístas. 

De todas as coisas cuja existência se pode conjeturar, tudo indica que apenas uma ínfima minoria existe de fato. Sabemos que existe uma pessoa chamada Britney Spears, mas não deve haver uma pessoa idêntica a ela em todas as suas moléculas, com a exceção de 17 fios de cabelo, que são brancos. Também não deve haver uma Britney com o dobro do tamanho da original. Da mesma maneira, não esperamos a existência de um Sol idêntico ao nosso, mas com uma cara sorridente desenhada em sua superfície, ou uma estátua da ilha de Páscoa, em tamanho real, esculpida em diamante.

Em suma, para cada coisa que existe de fato, há infinitas outras que não existem. A existência, portanto, é uma qualidade extremamente rara dentre todas as entidades que se pode imaginar. Tomando uma entidade imaginada ao acaso, a probabilidade é de que ela não exista (e se parece não ser assim é porque nossa imaginação costuma se restringir às coisas que existem). 

Assim, se assumirmos que devemos aceitar a existência de alguma coisa até que sua inexistência seja provada, então certamente vamos chegar à conclusão de que existe uma Britney Spears roxa e outra com bolinhas azuis, já que não podemos provar a inexistência delas (talvez as Britneys coloridas não se mostrem a qualquer um, e tenham propósitos misteriosos). Essa atitude certamente nos levará a uma enorme quantidade de erros de avaliação. Vamos acertar com muito, muito, mas muito mais frequência se tomarmos a inexistência como a posição "default" (padrão), e só aceitarmos a existência se ela nos for provada.

De fato, é isso que fazemos todos os dias, em especial no que diz respeito a alegações extraordinárias. Se alguém afirma que consegue flutuar no ar sem ajuda de equipamentos, não será levado a sério antes que possa provar o que diz. O mesmo se dá com divindades. Se você é monoteísta, também não leva a sério as alegações de existência de todos os demais deuses além do seu. Bertrand Russel tem uma famosa passagem a respeito da inversão do ônus da prova:

Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados – em vez de os dogmáticos terem de prová-los. Essa ideia, obviamente, é um erro. De minha parte, poderia sugerir que entre a Terra e Marte há um pote de chá chinês girando em torno do Sol em uma órbita elíptica, e ninguém seria capaz de refutar minha asserção, tendo em vista que teria o cuidado de acrescentar que o pote de chá é pequeno demais para ser observado mesmo pelos nossos telescópios mais poderosos. Mas se afirmasse que, devido à minha asserção não poder ser refutada, seria uma presunção intolerável da razão humana duvidar dela, com razão pensariam que estou falando uma tolice. Entretanto, se a existência de tal pote de chá fosse afirmada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todo domingo e instilada nas mentes das crianças na escola, a hesitação de crer em sua existência seria sinal de excentricidade. 

Uma outra posição possível é imaginar que nem existência nem inexistência estão decididos enquanto não aparecerem as provas de qualquer um dos lados. Assim não se assume uma posição padrão, e a questão fica em suspenso. Essa é uma das posturas que leva ao agnosticismo, o que segundo as definições que adotamos aqui, é também uma forma de ateísmo (vide as definições na página de Perguntas e Respostas).

POLÍCIA PARA QUEM PRECISA


UM DESTES...


UM DESTES É O SÍMBOLO DA MAIOR ASSOCIAÇÃO QUE:
  • PRATICOU MACHISMO;
  • MATOU MULHERES SIMPLESMENTE POR SEREM RUIVAS;
  • PRATICOU HOMOFOBIA;
  • DESTRUIU CIDADES;
  • DESTRUIU POVOS;
  • DESTRUIU ETNIAS E SUAS PRÁTICAS RELIGIOSAS;
  • LEGITIMOU COLONIZAÇÕES;
  • LEGITIMOU A ESCRAVIDÃO;
  • CRUZOU CONTINENTES LEVANDO GUERRA E ÓDIO;
  • SE TORNOU UM ESTADO PILHANDO, MATANDO E ALIENANDO;
  • VENDEU TERRENOS NO CÉU;
  • PRATICA UM CULTO à MORTE EM VIDA;
  • O LIVRO DE SEU LÍDER É SEGUIDO COMO VERDADE ABSOLUTA INCONTESTÁVEL;

O OUTRO É O SÍMBOLO NAZISTA.

NÃO SE TRATA


“NÃO SE TRATA DE LHE FAZER COMPRAR MEU PRODUTO OU OSTENTAR MINHA MARCA,

NÃO SE TRATA DE LHE IMPOR MINHA DOUTRINA RELIGIOSA,

NÃO SE TRATA DE LHE ENGANAR PARA CONSEGUIR SEUS BENS MATERIAIS,

NÃO QUERO SEU SUOR,

NÃO ODEIO SUA COR,

NÃO ME IMPORTO COM SUA OPÇÃO SEXUAL,

NÃO O CULPO PELOS PROBLEMAS DO PAÍS QUE VIVO,

NÃO ACHO INFERIOR POR PERTENCER A OUTRA ETNIA,

NÃO SE TRATA DE MAIS UMA GUERRA DE ÓDIO NA RELAÇÃO HUMANA,

QUEREMOS EXCLUIR ESSE SENTIMENTO DA SOCIEDADE E
SABEMOS SEUS SINÔNIMOS, SÃO ELES:

ESTADO, RELIGIÃO E CAPITAL!

SOMOS ANTI-FASCISTAS,

SOMOS ANARQUISTAS!

SOMOS LIBERTÁRIOS!”

Estratégia de Dividir para Conquistar

 

 

As elites vem nos dominando a milênios usando sempre a mesma estratégia:

Dividir e Conquistar

Estrategia-de-Dividir-para-Conquistar

Não tome lados, somos todos UM. Não permita que suas opiniões e percepções da realidade te afastem da família humana.

A estratégia de dividir e conquistar da natureza humana tornou-se beligerante(envolvida com guerras) ao longo da história devido às segregações que ascenderam em todos os campos da sociedade. A partir do momento em que o homem deixou de olhar para dentro, investindo toda a sua energia para o mundo da matéria, iniciaram-se as fragmentações de todas as espécies. Logo, cada ponto de vista tornou-se a “verdade absoluta”, já que o não entendimento profundo de si mesmo fez do homem um ser contraído e concentrado, vendo apenas um ponto do cenário total.
Cada nova criação filosófica, científica ou social tornou-se uma fragmentação. Sendo um ponto de vista isolado, para aqueles que não enxergam uma imagem mais abrangente, cada nova criação adquiriu a condição de inimiga, pois desconstruía a verdade pessoal de cada indivíduo. Deste modo, religiões, filosofias, partidos políticos, escolas de pensamentos, partições científicas, tribos, nações, cores de pele, modos de se vestir, gostos musicais, tudo virou motivo para conflito.

O homem vê um inimigo em tudo, mas não percebe que não existe inimigo algum, se não a si próprio. Porém apenas através do autoconhecimento ele irá descobrir que o inimigo é uma ilusão da própria segregação, sendo então a ilusão de seu próprio eu.

Há novos inimigos surgindo todos os dias para o homem e nos tempos atuais um deles vem ganhando força. Trata-se de algo já antigo, mais velho que a maioria daqueles que visam combatê-lo, cujo principal objetivo é fundamentar a separação do homem para depois liderá-lo em meio à segregação. Esse inimigo não visa união, pois através da engenharia social implantou uma desconstrução agressiva em todas as cabeças da humanidade a fim de surgir como uma solução para o caos quando necessário.

Unificar a humanidade,porque somos uma só vida, a liberdade é uma armadilha, mas só é uma armadilha para quem desconhece a verdade ou seja a maioria! Liberte-se de si mesmo então liberte os outros deles mesmos,esta é a verdadeira unificação!

A Nova Ordem Mundial que tantos combatem não tem relação com um mundo unificado. Ela visa centralizar o poder em um mundo segregado. Há uma grande diferença nisso. Todo o tormento da raça humana está na segregação. Só quando esta se faz presente é que somos capazes de maltratarmos uns aos outros de maneira tão vil. Quando estamos segregados, abdicamos de nossos poderes, gerando situações para que outros decidam por nós o que fazer e o que pensar.

Há pessoas que são contra a Nova Ordem Mundial por motivos equivocados e há outras que são contra sem nem compreenderem o motivo. Ao ouvirem falar em mundo unificado já fazem a relação com o totalitarismo, pois estão descontroladas pelo medo e pelo fascínio que o perigo lhes causa.

Porém, mesmo sob um governo mundial o mundo continuará segregado, portanto não tem relação alguma com a unidade da raça humana. Quem não entende isso está querendo lutar contra um fantasma, uma sombra de sua própria sede de enfrentar um inimigo.

Um mundo unificado é a única solução para nossa civilização sobreviver e evoluir. Enquanto houver barreiras filosóficas, religiosas, territoriais e culturais, sempre haverá segregação e conflito. A sua verdade sempre será maior que a minha, o seu país sempre será melhor que o meu, a sua filosofia sempre será melhor que a minha.

Mas a questão é que para se escolher combater a Nova Ordem Mundial é necessário ter a consciência de se estar lidando apenas com um possível efeito de uma doença mais profunda. Se você não tiver essa consciência, cedo ou tarde vai se encontrar andando em círculos e cheio de dificuldades. Porque qualquer combate gera tensão e mais motivos para se combater.

Logo, não seja contra ela, mas a favor de purificar a raiz do problema. Prefira semear no coração de cada um a importância do autoconhecimento, do amor e da tolerância. Pois um mundo unificado só poderá surgir quando toda a humanidade estiver preparada para isso. Ele não surgirá pelas mãos de terceiros, mas pelas mãos de cada ser humano deste planeta.

O Segredo dos Índios Norte-Americanos...






Levante com o Sol para pensar.
Pense sozinho. Pense com freqüência.
O Grande Espírito o escutará, se você ao menos, falar.

Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho.
A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza,
originam-se de pensamentos negativos.

Procure conhecer-se, por si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho por você.
É sua estrada, e somente sua.
Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.

Trate os convidados em seu lar com muita consideração.
Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama
e trate-os com respeito e honra.

Não tome o que não é seu.
Seja de uma pessoa, da comunidade,
da natureza, ou da cultura.
Se não lhe foi dado, não é seu.

Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra.
Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas.
Nunca interrompa os outros nem ridicularize, nem rudemente os imite.
Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.

Nunca fale dos outros de uma maneira má.
A energia negativa que você colocar para fora no universo,
voltará multiplicada a você.

Todas as pessoas cometem erros.
E todos os erros podem ser perdoados.

Pensamentos maus causam doenças da mente,
do corpo e do espírito.
Pratique o otimismo.

A natureza não é para nós, ela é uma parte de nós.
Toda a natureza faz parte da nossa família Terrenal.

As crianças são as sementes do nosso futuro.
Plante amor nos seus corações e ágüe com sabedoria e lições da vida.
Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que cresçam.

Evite machucar os corações das pessoas.
O veneno da dor causada a outros, retornará a você.

Seja sincero e verdadeiro em todas as situações.
A honestidade é o grande teste para a nossa herança do universo.

Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental, seu corpo Emocional e seu corpo Físico:
todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis.

Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental.
Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.

Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá.
Seja responsável por suas próprias ações.

Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros.
Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas,
especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido.

Comece sendo verdadeiro consigo mesmo.
Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

Respeite outras crenças religiosas.
Não force suas crenças sobre os outros.

Compartilhe sua boa fortuna com os outros.
Participe com caridade.

E os homens brancos julgam-se mais civilizados e evoluídos que os índios. . .

Tenha excelentes pensamentos!!!


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CONSELHO INDÍGENA INTER-TRIBAL NORTE AMERICANO Deste conselho participam as tribos : Cherokee Blackfoot, Cherokee,
Lumbee Tribe, Comanche, Mohawk, Willow Cree, Plains Cree, Tuscarora, Sicangu Lakota Sioux, Crow (Montana), Northern Cheyenne (Montana)



TEORIAS ANTI-AUTORITÁRIAS EM EDUCAÇÃO



Uma das mais radicais críticas feitas à escola tradicional talvez esteja na denúncia do seu caráter autoritário. A escola hierarquizada, magistrocêntrica, esclerosada em modelos, impregnada de dogmas e regras é identificada de forma pejorativa a uma “escola-quartel”.


A educação deve ser realizada em liberdade e para a liberdade.
Educadores dessa abordagem são preocupados em centrar o processo de aprendizagem no aluno, não no professor.

Influências predominantes:

Sigmund Freud (1856-1939): suas análises da formação das neuroses dá elementos para se compreender como a atuação de pais e mestres na educação das crianças pode ser repressora (criando adultos doentes) ou libertadora (educando para a autonomia)
“Cabe ao ego maduro estabelecer o equilíbrio entre as forças antagônicas do id e do superego, a fim de adequá-las ao princípio da realidade”.

Anarquismo:

É uma corrente filosófica, social e política que nega o poder do Estado e defende que o Homem tenha a mais ampla liberdade individual.
Significa, portanto, a libertação de todo o poder superior, tais como: religião, doutrinas políticas, leis, governos, partidos. Também defende uma sociedade igualitária, ou seja, sem diferenças sociais e econômicas.
Seus principais líderes são: Pierre Proudhon (1809-1865); Mikhail Bakunin (1814-1876) e Kropótkin (1842-1912)

Principais representantes na Educação: As pedagogias Não-diretivas

Carl Roger (1902-1987): psicólogo clínico americano versado em psicanálise, aplica na educação os procedimentos da terapia.
“O homem é capaz de resolver por si só seus problemas, bastando que tenha autocompreensão ou percepção do eu”.
É necessário que o educador não propriamente dirija, mas crie condições para que o sujeito seja capaz de se guiar por conta própria.
“Comunidade de aprendizagem” – Segundo Roger o ato educativo deve ser essencialmente relacional, não individual” (T-group)

NEGROS + CRISTIANISMO = HIPOCRISIA

LEMBREM-SE OU ESTUDEM A HISTÓRIA DAS COLONIZAÇÕES E PERCEBAM COMO FOI IMPOSTO A VOCÊS UMA CULTURA E RELIGIÃO
DO ESCRAVIZADOR.

Mikhail Bakunin


Mikhail Bakunin
Mikhail Bakunin, O mais brilhante dos teóricos e agitadores anarquistas, nasceu em Premukhino, Rússia em 11 de maio de 1814, originário de uma rica família da nobreza russa.
Depois de ter seguido a carreira militar, abandonou o exército em 1832, quando começou a opor-se ao czarismo. Mas a sua ligação a idéias progressistas se deu a partir das suas leituras de Hegel, a amizade com o revolucionário russo Herzen e principalmente a partir da sua viagem ao Ocidente em 1840, quando freqüentou a Universidade de Berlim e o círculo dos hegelianos de esquerda em Berlim e Dresden na Alemanha, colaborando na revista crítica Anais Alemães de Arnold Ruge.
Em 1843, aproximou-se do pensamento socialista a partir do contato com Moïse Hess e Proudhon, só vindo no entanto a se tornar um anarquista já nos anos 60, no seu exílio europeu. Durante os anos de 1848-1849 tomou parte ativa nas rebeliões que ocorreram em Paris, Praga e em Dresden ao lado de seu amigo Richard Wagner. Preso após a rebelião de Dresden, esteve em prisões da Saxônia e da Áustria, tendo sido entregue à polícia do Czar.
Depois de doze anos nas prisões czaristas, em 1861 conseguiu escapar para o ocidente, tendo vivido na Inglaterra, Suíça e Itália onde conheceu Giuseppe Fanelli que com ele colaboraria na divulgação do anarquismo em Espanha.
Por todo lado em que passou Bakunin participou da agitação social e da fundação de associações revolucionárias, tornando-se o mais conhecido revolucionário da sua época. A atração que Bakunin exercia sobre os círculos revolucionários esteve na origem de um dos episódios mais polêmicos da sua vida, as relações que manteve entre 1869 e 1872 com Netchaiev (1847-1882) um jovem revolucionário russo ligado ao grupo de Vera Zassoulitch, descrito como um jovem fanático, frio e cínico, que viria a ser o autor do Catecismo Revolucionário. Netchaiev, não só provocou inúmeros conflitos nos círculos dos exilados russos, como manteve uma atividade revolucionária inconseqüente que provocou repercussões negativas na Rússia. O comportamento de Netchaiev e suas teorias de que o fim justificam os meios, completamente afastados da tradição anarquista, foram repudiados expressamente por Bakunin a partir de 1870.
A adesão de Bakunin à AIT, em 1868, foi decisiva na evolução das discussões entre as concepções de socialismo de estado e de socialismo libertário. Bakunin e Guillaume, foram os principais representantes da corrente anarquista que se opunha a Marx. Durante o Congresso de Haia, em 1872, foi oficialmente expulso juntamente com anarquistas de vários países da Internacional pelos marxistas. O comportamento de Netchaiev viria a ser usado pelo grupo marxista da AIT como um dos argumentos para expulsar Bakunin da Primeira Internacional.
Nos últimos anos da sua vida, Bakunin não deixou de acompanhar os movimentos revolucionárias que ocorreram na Europa, entre os quais a tentativa revolucionária de 1874 em Bolonha na Itália.
Seus principais livros são Deus e o Estado; Federalismo, Socialismo e Antiteologismo eEstatismo e Anarquia.
Faleceu em 1 de julho de 1876, em Berna, na Suíça.